outubro 17, 2007
Nova espécie de dinossauro gigante encontrada na Argentina
O resultado da descoberta foi publicado na última edição dos Anais da Academia Brasileira de Ciências. A nova espécie pertence a um novo grupo de dinossauros herbívoros, batizado de titanossauros, que são encontrados na América do Sul, África e Índia. A idade estimada do animal é de 88 milhões de anos.
Consultar notícia em ["O Globo Online - Ciência]
Cientistas franceses querem saber como era o clima da Terra há 750 milhões de anos
Transcrição da notícia:
"Um programa de investigação francês, “Eclipse”, quer conhecer como era o clima desde há 750 milhões de anos e como evoluiu a sua interacção com o Homem, até aos nossos dias. Para o fazer, reúne paleontólogos, geólogos, biólogos, historiadores e antropólogos.
Coordenado pelo Instituto Nacional das Ciências do Universo (Insu), este programa “traz novas respostas sobre os cenários climáticos” de há 750 milhões de anos e até anos nossos dias, explicaram ontem os investigadores aos jornalistas.
O primeiro impacto do Homem no clima foi, dizem sem sombra de dúvida, a desflorestação, a partir dos 500 anos antes da nossa era, o que terá levado a um arrefecimento, pondo o solo a nu.
“O mesmo sistema repetiu-se durante a Idade Média, que registou uma desflorestação importante, e que foi seguida por uma ‘pequena idade glaciar’”, salientaram os cientistas.
A concentração do metano (gás com efeito de estufa) na atmosfera teve dois picos, há 55 mil anos e no período entre os 40 mil anos e os 38 mil anos. Estas duas datas correspondem a “aquecimentos abruptos no último período glaciar”, o que “mostra que este gás com efeito de estufa teve uma influência no clima”.
Os investigadores concluíram que a deslocação da Pangeia - há entre 250 e 65 milhões de anos atrás – aumentou “a quantidade de precipitação e a taxa de dissolução das rochas continentais”. O que reduziu a concentração do gás carbónico na atmosfera, com um clima mais húmido e fresco, levando a um “arrefecimento de 4,5 graus nos continentes”.
No âmbito do programa “Eclipse”, os cientistas detectaram o aparecimento de plantas nas terras emersas há 510 milhões de anos, quando se pensava que a composição da atmosfera não permitia a vida há mais de 420 milhões de anos.
Para fazerem estas descobertas, os cientistas integraram nos modelos climáticos “dados de paleontologia e ambientais dos oceanos e continentes”.
outubro 06, 2007
"Think globally, clean locally"

setembro 28, 2007
Foi à 50 anos...

No dia 27 de Setembro de 1957 iniciou-se uma erupção submarina ao largo do Farol dos Capelinhos, na Ilha do Faial. A explosão foi intensa e o material expelido foi tanto que se formou uma nova ilha com ligação à velha Ilha do Faial.
Meio século depois da tragédia, o vulcão tornou-se no símbolo da Ilha e num ponto obrigatório para os turistas que por lá passam.

setembro 24, 2007
setembro 20, 2007
Meteorito deixa cratera de 30 metros no Peru

Notícia no Semanário Expresso (Terça-feira, 18 de Set de 2007):
Uma cratera com 30 metros de diâmetro e seis de profundidade. Foi este o resultado da queda de um meteorito no sudeste do Peru, que deixou em alerta toda a população apanhada desprevenida pela força do impacto.
De acordo com a notícia avançada pelo site TecnoCientista, a queda deu-se na noite de sábado, provocando um pequeno tremor de terra na localidade de Caranca. De acordo com fontes da polícia local, os habitantes da região ouviram um grande barulho do que parecia ser a queda de um avião. As testemunhas viram um objecto em chamas no céu, que acabou por embater num descampado. A explosão causada pelo choque do meteorito não feriu nenhum dos habitantes, embora alguns animais tenham morrido carbonizados.
Náuseas, vómitos e fortes dores de cabeça levaram alguns locais ao hospital após o incidente. No entanto, a Academia Nacional de Ciências já garantiu que a queda do meteorito não traz qualquer perigo para a saúde dos habitantes: "Nenhum dos vários meteoritos que caem no Peru e fazem perfurações de tamanhos variados são prejudiciais para a população a não ser que caiam em cima de uma casa".

"Peruanos doentes por causa de rocha do espaço"
Os moradores de uma aldeia perto do lago Titicaca, no Peru, estão a recuperar do mal-estar que sentiram depois de terem se aproximado da cratera deixada pela queda de um meteorito.
A polícia isolou a área para evitar que mais pessoas sejam afectadas, disse uma autoridade sanitária.
Dezenas de habitantes de Carancas, na região de Puno, a 1.300 quilómetros ao sul de Lima, sofreram vómitos e dores de cabeça depois de terem chegado perto da cratera criada pelo impacto do meteorito, que caiu no sábado.
«Os sintomas não persistiram e ninguém se chega perto da área. As pessoas expuseram-se demais», disse à Reuters o director de saúde de Puno, Jorge López.
O médico acrescentou que a condição das pessoas afectadas é estável, mas que ainda são esperados para daqui a uma semana os resultados dos exames médicos.
Segundo imagens da TV, o buraco tinha pelo menos 20 metros de diâmetro e 7 metros de profundidade, num planalto descampado próximo à fronteira com a Bolívia.
«Sim, é um meteorito», confirmou à Reuters Luisa Macedo, do Instituto Geológico Mineiro Metalúrgico.
«Mas vai ser submetido a vários testes, de mineralogia, análise das águas, para determinar o tipo de material o constitui», afirmou ela.
Os técnicos que actuam na área estão protegidos com roupas especiais contra uma possível radiação. A área foi isolada para evitar que novas vítimas sejam contaminadas.
«Sete polícias estavam muito próximos, mas já foram examinados e retirados. Agora a polícia está a uma distância bastante prudente e os únicos que têm direito de intervir são os geólogos e meteorologistas que estão na área com equipamentos especiais», afirmou López.
Para o geólogo e engenheiro da Universidade Nacional San Agustín de Arequipa, Luis Alberto Aranibar, é pouco provável que os gases tóxicos que afectaram os moradores tenham emanado do corpo celeste.
Mas disse que serão mandados três especialistas para a região para extrair amostras do meteorito.
«Pelo que afirmam os moradores, viram um corpo que caiu do céu, e é justamente assim a desintegração desses meteoritos, o que nos dá alguma certeza de se tratar realmente de um meteorito», disse.
setembro 16, 2007
Novo ciclo...
Passados três anos, volto a dar início a um novo ciclo, agora com novos alunos, e com ele, o reactivar deste espaço. Os objectivos, esses mantêm-se. A boa receptividade por parte dos alunos, espero que também.
janeiro 28, 2005
TSUNAMIS
(notícia TSF - 27-01-05)

Como os tremores de terra e os maremotos causam perturbações atmosféricas identificáveis por GPS (satélites de posicionamento global), os investigadores pensam que esses dados podem ser usados para detectar sismos e determinar rapidamente a velocidade e a dimensão de um tsunami.
janeiro 03, 2005
Sismo - Sudeste asiático
http://en.wikipedia.org/wiki/2004_Indian_Ocean_earthquake
Noticias
http://www.earthquakenews.com/
Sismicidade global em tempo real
http://www.usgs.gov/
http://aslwww.cr.usgs.gov/Seismic_Data/liss_data.html
Para ler
http://pubs.usgs.gov/publications/text/dynamic.html
http://www.cjonquiere.qc.ca/sismo/
http://pubs.usgs.gov/pdf/planet.html
http://www.geophys.washington.edu/tsunami/intro.html
Para explorar
http://www.isc.ac.uk/
http://www.iaspei.org/links.html
http://www.geophys.washington.edu/seismosurfing.html
http://www.craag.edu.dz/ess/infos_publi/Web_Links.htm
http://www.geo.ed.ac.uk/quakes/quakes.html
Imagens satélite de todo o mundo
http://earth.esa.int/
Protecção civil no mundo
http://www.icdo.org/
dezembro 31, 2004
causa do sismo...

dezembro 30, 2004
Terramoto do Índico...

[Fonte: Wikipedia]
dezembro 18, 2004
Um bom Natal...

Boas férias!
Prof. Marcelino
dezembro 13, 2004
Abalo sísmico atingiu hoje Portugal...
[ver notícia do Público]
O sismo que se fez sentir, às 14h16, na generalidade do território de Portugal continental não terá tido intensidade suficiente para causar grandes danos.
O abalo atingiu a magnitude 5,4 na escala de Richter e uma intensidade 4 na escala modificada de Mercalli na região de Lisboa, indicam os dados do Instituto de Meteorologia. De acordo ainda com este Instituto, o epicentro localizou-se a 117 quilómetros a sudoeste do Cabo de S. Vicente.
Este sismo teve epicentro a sudoeste do cabo de São Vicente, na falha «Marquês de Pombal», justamente no mesmo local do do terramoto de 1755 e onde têm sido registados alguns outros abalos nos tempos mais recentes, embora sem intensidade suficiente para que se façam sentir no território continental.
A intensidade do sismo foi mais forte nas regiões de Lisboa e do Algarve. No Norte foi sentido apenas na zona do litoral e de forma mais fraca.
A escala de Mercalli refere-se à intensidade do tremor. O grau 4 corresponde a uma intensidade moderada (vibração de portas e janelas, vidros e loiças chocam e veículos estacionados balançam). A escala de Richter mede a energia libertada por cada terramoto e baseia-se no registo sismográfico.
O abalo foi sentido em Guimarães, Figueira da Foz, Leiria, Évora, Beja, Lagos, Portimão, Faro, Tavira e Vila Real de Santo António, de acordo com informações transmitidas por residentes nessas localidades. Também em Coimbra, Matosinhos, Porto, Santo Tirso, Valongo, Santarém, Alcobaça e Caldas da Rainha, os relatos dos habitantes dão conta deste abalo sísmico.
Este sismo é mais uma evidência de que estamos num País de risco sísmico. Aliás, o epicentro aconteceu numa zona onde sabemos que ocorrem sismos...
Sismo de 1755 (aula de pesquisa...)
Este sismo é considerado por vários autores o maior sismo de sempre (é-lhe atribuída uma magnitude próxima de 9).

Quando o sismo se deu, a cidade de Lisboa não estava preparada para o abalo. O número total de vítimas deste sismo cifra-se entre as 40000 e as 80000 pessoas. Só em Lisboa, pensa-se que dos 200000 habitantes da época, 20000 terão morrido. Das 20000 casas existentes, apenas 3000 podiam ser usadas a seguir ao sismo. Totalmente destruídos ou severamente danificados contam-se 32 igrejas, 60 capelas, 31 mosteiros, 15 conventos e 53 palácios.
Portugal, no contexto da tectónica de placas, situa-se na placa Euro-Asiática, limitada a sul pela falha Açores-Gibraltar (FAG) que corresponde à fronteira entre as placas euro-asiática e africana e a oeste pela falha dorsal do oceano Atlântico. Assim, devido ao seu enquadramento, o território de Portugal Continental tem sofrido, ao longo do tempo, as consequências de sismos de magnitude moderada a forte, que resultaram muitas vezes em danos importantes em várias cidades e vilas do país, como o comprovam os diversos relatos históricos (http://www.spes-sismica.org/pSismHist.htm).
dezembro 10, 2004
Vários milhões de sismos por ano..
Os especialistas americanos calculam que ocorrem anualmente, em todo o mundo, vários milhões de sismos, mas muitos não são detectados, porque atingem regiões remotas ou são de fracas magnitudes. O Serviço Geológico americano detecta actualmente cerca de 50 por dia, ou perto de 20 mil por ano.
Este serviço, por intermédio do seu site (em http://quake.wr.usgs.gov/), proporciona informação sobre sismos em tempo real.
Visita "terramotos on-line"
Sismógrafo pendular
